Um dos marcos dessa modernização foi a transição do sistema de condução da videira. Tradicionalmente, utilizava-se a latada, um sistema que, embora produtivo, não favorecia a concentração de qualidade nas uvas. O vinho era majoritariamente para consumo próprio ou para atender a demandas muito localizadas, sem grande expressão comercial ou organização industrial. A Cooperativa Caxiense, de 1912, tem amplo reconhecimento como a primeira cooperativa vitivinícola do Brasil, estabelecendo um modelo que se replicou em diversas outras regiões. Além disso, uma carta escrita à mão pelos líderes transmite proximidade e reconhecimento genuíno, tornando a despedida ainda mais pessoal. Incluir toda a equipe na celebração também é essencial, pois a troca de boas lembranças contribui para um ambiente de respeito, afeto e união.
Ele se torna um recheio sofisticado para empadões, tortas salgadas, quiches ou crepes. Simplesmente misture as sobras de bacalhau com um pouco de molho bechamel ou requeijão cremoso para dar mais unidade e umidade ao recheio. Para uma refeição leve e rápida, transforme as sobras em uma Salada Fria de Bacalhau. Misture o bacalhau desfiado com grão-de-bico cozido, cebola roxa em fatias finas, pimentão picado, azeitonas e um molho simples de azeite, limão e salsa. Adicionar as sobras a uma omelete ou a ovos mexidos eleva um café da manhã ou jantar rápido a outro nível.
A História do Vinho no Brasil: Raízes e Influências
O Brasil tem se esforçado para expandir suas exportações de vinho, com destinos como os Estados Unidos, Europa e países da Ásia. No entanto, o mercado internacional apresenta desafios, como a concorrência acirrada e as barreiras tarifárias. Apesar disso, as oportunidades de crescimento são promissoras, especialmente à medida que as vinícolas brasileiras buscam atender à demanda por produtos de alta qualidade. Nos últimos anos, a vinificação brasileira tem incorporado tecnologias modernas para melhorar a qualidade dos vinhos. Isso inclui o uso de fermentação controlada, técnicas de clarificação e estabilização, que garantem um produto final mais consistente e de alta qualidade. Outro vinicultor de destaque é Emilio Moro, da Espanha, conhecido por suas práticas de cultivo sustentável e por produzir vinhos de alta qualidade na região de Ribera del Duero.
As cepas com o passar do tempo começaram a morrer por causa de doenças fúngicas, mas a força italiana e a vontade de manter sua tradição permitiram aos imigrantes que encontrasse uma cultivar que se adaptasse a região. Com o fluxo de imigração europeia no século 19 e início do século 20 nas Américas, foram desenvolvidos setores modernos de produção de vinho baseados em uvas V. vinifera importadas. As principais regiões vinícolas da América do Sul foram estabelecidas aos pés das Cordilheiras dos Andes.
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É também muito rico em vitaminas do complexo B, especialmente a B12 (essencial para a formação de glóbulos vermelhos e para o sistema nervoso), a B6 e a niacina (B3). Embora o processo de dessalga remova a maior parte do sal, uma quantidade residual permanece. Para pessoas com hipertensão ou que precisam controlar rigorosamente a ingestão de sódio, é crucial realizar a dessalga de forma meticulosa e consumir com moderação. A “saúde” do prato final dependerá inteiramente do método de preparo e dos acompanhamentos. Um bacalhau desfiado assado com vegetais e azeite é muito diferente de um bacalhau imerso em creme de leite e coberto com queijo. Portanto, o bacalhau em si é um “sim” para a dieta, mas o “como” se prepara é o que define o impacto final na sua saúde.
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- Em seguida, coloque o peixe num recipiente grande com bastante água gelada – a regra é usar pelo menos o triplo de volume de água em relação ao volume do bacalhau.
- Prepare-se para dominar a arte de fazer receitas com bacalhau desfiado e encantar todos à sua mesa.
No Brasil, as primeiras videiras chegaram em 1532, trazidas pelo colonizador português Martin Afonso de Souza. O primeiro viticultor foi Brás Cubas, fundador da cidade de Santos, que plantou o primeiro vinhedo nas encostas da Serra do Mar, no litoral paulista. A partir daí, a história do vinho no Brasil é linda, longa, cheia de dificuldades e sucessos. A aplicação de ferramentas como sensores de umidade do solo, drones para monitoramento de vinhedos e softwares de gestão de vinícolas tem permitido aos produtores otimizar suas operações e melhorar a qualidade do vinho. Essas tecnologias ajudam a monitorar as condições das uvas em tempo real, permitindo intervenções mais precisas e eficientes durante o cultivo e a fermentação.
As guerras mundiais do século XX trouxeram consigo devastação e desafios econômicos que repercutiram em todas as indústrias, inclusive na vinícola. O conflito resultou na perda de mão-de-obra, destruição de vinícolas e interrupção das rotas comerciais, afetando a produção e o comércio de vinho. A viticultura passou a comprar vinho ser abordada com mais rigor científico, o que se traduziu em avanços significativos na seleção de uvas, técnicas de plantio, manejo das vinhas e processos de vinificação. Simultaneamente, as descobertas científicas na área de microbiologia, particularmente os estudos de Louis Pasteur sobre fermentação, impactaram profundamente as práticas vinícolas. A compreensão dos processos de fermentação e higiene levou a métodos mais controlados e a vinhos de maior qualidade e consistência. A influência romana na arte da vinicultura foi tão significativa que muitos métodos e terminologias são utilizados até hoje.
A sustentabilidade tornou-se uma preocupação central, com muitas vinícolas adotando práticas orgânicas e biodinâmicas. Com o império romano, a produção de vinho e seu comércio alcançaram novos patamares. Os romanos foram responsáveis por aperfeiçoar técnicas agrícolas e de vinificação, além de expandir o cultivo de vindimas por todo o império, levando a prática vinícola a regiões que hoje são renomados centros produtores. Regiões vinícolas, como o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, têm visto um aumento no uso de vinhos em suas receitas tradicionais, refletindo a importância da bebida na cultura local. Além disso, a combinação de vinhos com a culinária regional demonstra a versatilidade e a riqueza dos sabores brasileiros. Com a crescente valorização de técnicas de produção e o investimento em tecnologia, os vinhos brasileiros estão se consolidando como uma opção viável frente aos tradicionais vinhos de países como França, Itália e Espanha.
Já no Egito Antigo, o vinho tinha um papel importante na religião e na vida cotidiana, pois acreditavam que tinha propriedades divinas, sendo utilizado em cerimônias religiosas como oferenda aos deuses, e também muito apreciado pelos faraós. Hieróglifos da era pré-dinástica dos faraós mostram como a bebida era preparada na época, com todos os processos minimamente detalhados, extremamente trabalhosos e cuidadosos, com detalhes que impressionam pelas minúcias. O consumo do vinho no Antigo Egito era reservado quase exclusivamente aos faraós e suas famílias, além de guardarem algumas garrafas em seus sarcófagos para continuar brindando na outra vida.
A história do vinho é um maravilhoso mosaico onde cada peça reflete o engenho humano, os avanços tecnológicos e as trocas culturais que moldaram nossa sociedade. Da domesticação das primeiras videiras às robustas vinícolas tecnológicas de hoje, o vinho acompanhou e influenciou o progresso das civilizações. O final do século XX e o início do século XXI foram marcados por uma expansão sem precedentes na indústria do vinho, impulsionada pela globalização e pela tecnologia. A abertura de mercados internacionais e o advento da internet facilitaram o comércio e a troca de conhecimentos sobre vinicultura.
Uvas colhidas no ponto ideal garantem um equilíbrio entre acidez, açúcar e sabor. Além disso, a carga tributária elevada sobre o setor de vinhos no Brasil é outro obstáculo que impacta tanto os produtores quanto os consumidores. A alta taxação torna os vinhos brasileiros menos competitivos em relação aos importados, tanto no mercado interno quanto externo.
Muitos séculos depois, as uvas e o vinho também chegaram ao “Novo Mundo”, ou seja, às Américas, criando mais locais de produção e de mercado consumidor. Mencionam o uso de uvas para a fabricação de vinho, relata também a Britannica. Além disso, há várias referências bíblicas ao vinho que indicam a sua antiga origem e a importância da bebida no Oriente Médio.